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Polícia estoura comércio clandestino de bebidas falsificadas, cigarros e medicamentos em Guarujá; homem é preso

Estabelecimento funcionava na Avenida dos Caiçaras, no bairro Jardim Boa Esperança, em Vicente de Carvalho

ATribuna.com.br

3 de agosto de 2025 às 18:34Modificado em 3 de agosto de 2025 às 18:36
Bebidas falsificadas, cigarros de marcas estrangeiras sem nota fiscal e canetas Mounjaro, indicadas para tratamento de diabetes tipo 2, foram apreendidos (Divulgação/Polícia Civil)

Bebidas falsificadas, cigarros de marcas estrangeiras sem nota fiscal e canetas Mounjaro, indicadas para tratamento de diabetes tipo 2, foram apreendidos (Divulgação/Polícia Civil)

Agentes do 3º Distrito Policial de Santos estouraram um estabelecimento comercial de venda ilegal de bebidas alcóolicas falsificadas, cigarros e medicamentos em Guarujá, na Baixada Santista, no litoral de São Paulo. A ação, no comércio localizado na Avenida dos Caiçaras, no bairro Jardim Boa Esperança, em Vicente de Carvalho, ocorreu na madrugada deste sábado (2). Os produtos foram apreendidos e um homem de 26 anos foi preso em flagrante.

Segundo a Polícia Civil, a operação foi motivada por denúncia anônima que indicava que o local estaria sendo utilizado para armazenamento e comercialização de bebidas alcoólicas falsificadas, cigarros de origem estrangeira sem documentação fiscal e medicamentos de uso controlado, sem prescrição médica ou comprovação de origem lícita. Os investigadores realizaram campana no endereço e observaram movimentações suspeitas, com entrada e saída de pessoas portando sacolas opacas.

No interior do imóvel, os policiais encontraram e apreenderam 13 garrafas de vodka e 21 garrafas de uísque, que apresentavam indícios de adulteração como tampas violadas, rótulos incompatíveis com os padrões comerciais, ausência de selos fiscais e sinais de manipulação irregular dos recipientes.

Além disso, foram encontrados 20 maços por pacotes de cigarros Gift, cinco maços de cigarro Eight e 10 maços de cigarro Gudang Garam — produtos de origem estrangeira sem documentação fiscal —, além de seis unidades de canetas da marca Mounjaro, um medicamento de uso controlado indicado para tratamento de diabetes tipo 2, por vezes utilizado indevidamente para fins estéticos. As canetas não tinham nota fiscal e nem prescrição médica.

O responsável pelo estabelecimento foi autuado em flagrante pelos crimes de comercialização de medicamentos sem origem lícita, contrabando e crime contra as relações de consumo. Ele foi conduzido à cadeia pública onde se encontra à disposição da Justiça.

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